segunda-feira, 10 de novembro de 2008

A VIAGEM

Para trás deixo a
turbulência rotineira.
Acaricio a seara de trigo
que invado sem medo.
A minha boca sedenta
bebe a água cristalina e pura
da fonte que está ali por perto.
Descanso a minha vista
vislumbrando aquele vale
entre duas belas colinas que
contemplam toda a paisagem.
Atravesso o deserto de areia fina
sem vegetação mas
onde as belas fragancias
perfumam a minha alma.
Chego á floresta densa
quente e húmida
que desde o início
via no horizonte.
Nela, descubro uma gruta
por onde deslizo suavemente
curioso
não é fria nem agreste
é quente e acolhedora.
Por fim saio , descanso
adormeço e acordo com o meu
corpo junto ao teu

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